Dreveck pode ser deputado federal em breve
Brasília – Tudo ainda vai depender das ações ajuizadas e que já contam com pareceres favoráveis da Procuradoria Geral da União, que entende o mecanismo utilizado pela primeira vez em 2022 como inconstitucional.
Após a manifestação do procurador-geral, Augusto Aras, partidos, como o Progressistas, que foram prejudicados em âmbito nacional, e alguns que foram prejudicados em âmbito estadual, ficaram mais otimistas e a tendência é uma reviravolta.
Se o julgamento das ações seguirem sendo favoráveis aos partidos, respeitando a Constituição federal, dois deputados já diplomados e empossados podem perder seus postos e dois que ficaram de fora serão levados para Brasília. Conforme o procurador da República a nova formula de contabilizar as sobras de votos muda o sistema, transformando a disputa proporcional em eleição majoritária, situação vedada pela Constituição Federal. O STF ainda julgará as ações, após o parecer do procurador-geral.
Caso as ações prosperem, Santa Catarina poderá ter mudanças, tanto na Assembleia Legislativa, quanto na bancada federal. Os suplentes de deputado estadual, Juliano Campos (PSB), Vanessa da Rosa (PT) e Jonas Paegle (Patriota), também já ingressaram com ações na justiça eleitoral, pedindo a redistribuição das cadeiras seguindo o mesmo entendimento de Aras. Caso tenham êxito, Rodrigo Minotto (PDT), Lucas Melo (Podemos) e Estener Soratto Júnior (PL), perderiam os mandatos. Já na Câmara Federal, entrariam Rodrigo Coelho (Podemos) e Silvio Dreveck (Progressistas), no lugar de Zé Trovão (PL) e Rafael Pezenti (MDB).
Foto: Arquivo/O Jornaleiro





