GUILHERME WEIHERMANN: A emoção de acender a Pira Olímpica para os Jasti
São Bento do Sul – O esporte, em todas as suas modalidades, reserva a cada competição momentos de emoção, onde muitos não conseguem conter as lágrimas pelo brilhantismo em alguma prova em disputa ou pela magia de alguns acontecimentos pertinentes a cada evento. Um desses momentos é o acendimento da Pira Olímpica, o fogo simbólico dos Jogos que permanece aceso até findar a última disputa.
carregar a tocha para acender a Pira, geralmente é incumbência dada a um (a) atleta destaque em alguma modalidade ou competição, pelos seus feitos, fair play ou pela trajetória firme dando exemplo de persistência em competições.
Essa tarefa foi confiada ao atleta do Vôlei Masculino Adaptado de São Bento do Sul, Guilherme Weihermann. Competindo desde os 14 anos pelo estado de Santa Catarina e Brasil afora, ele teve seu currículo apresentado pelo cerimonial enquanto “marchava” para, no ponto mais alto do Ginásio de Esportes Annes Gualberto, acender o fogo que manterá corações e mentes aquecidas no espírito olímpico até a tarde de domingo.
Para O Jornaleiro, Guilherme expressou sua gratidão pela escolha para tamanha responsabilidade. “Foi uma honra levar esse símbolo de paz e união entre os povos em mais uma competição realizada pela Fesporte. Só tenho que agradecer pela escolha e dizer que minha paixão pelo esporte esteve sempre presente ao longo da minha vida. Sou grato a todos que estiveram em equipes onde fiz parte e, em grupo, conquistamos muitas vitórias ao longo dos anos”, disse.
O atleta estava visivelmente emocionado pelo “prêmio” recebido em um meio onde muitos outros esportistas poderiam ter sido convidados para a tarefa. “Fico lisonjeado e feliz por ter cumprido essa tarefa. Agora, focar na competição e trabalhar duro para ajudar minha equipe trazer mais uma vitória e fazer, de novo, a bandeira de São Bento do Sul ser elevada ao lugar mais alto”, finalizou.
Foto: Reprodução/Luzardo Chaves/O Jornaleiro




