POLÍTICA: Tomazini…Tirso…UB…PSD…UPA
Cedo ainda
Muitos “analistas políticos” já tratam como certa a candidatura do prefeito de São Bento do Sul, Antônio Tomazini (PL), a deputado estadual. No entanto, conforme apuração de O Jornaleiro nos bastidores, o martelo ainda não foi batido. A corrente que defende o “fica, prefeito” cresce na mesma proporção em que as obras avançam pela cidade, reforçando o discurso de continuidade administrativa.
Tirso
Outro ponto que merece atenção diz respeito ao posicionamento do vice-prefeito, Tirso Gladimir Humelgenn (UB/Foto). Informações de bastidores indicam uma sinalização positiva, porém cautelosa, quanto à possibilidade de entrar na disputa. Tirso reconhece o apelo eleitoral, mas também enxerga a necessidade de manter a estabilidade e a sequência do trabalho em andamento.
União Brasil
A situação não é simples para o vice-prefeito de São Bento do Sul. Como principal liderança do União Brasil no município, Tirso terá uma decisão estratégica a tomar para o cenário eleitoral de 2026. Em 2025, o partido firmou federação com o Progressistas, enquanto, localmente, o UB mantém aliança com o PL, um arranjo que pode gerar ruídos e reconfigurações.
“Cabo de guerra”
O coordenador estadual da federação, deputado federal Fábio Schiochet (UB), já teria deixado claro que a orientação é promover diálogo entre as legendas, buscando alinhamento político nos municípios. Resta saber como esse verdadeiro cabo de guerra partidário será administrado em São Bento do Sul.
Alerta
Dois episódios recentes envolvendo a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de São Bento do Sul acenderam o sinal de alerta. Em um deles, um paciente ficou no meio de um impasse entre a UPA e o Hospital e Maternidade Sagrada Família; em outro, uma criança, após receber os primeiros atendimentos na unidade, precisou ser transferida para Joinville, onde acabou falecendo.
Providências
Ambos os casos chegaram ao conhecimento da Prefeitura, da Câmara de Vereadores e da Secretaria Municipal de Saúde. Mais do que notas explicativas, são necessárias medidas concretas e respostas objetivas, não apenas para preservar a credibilidade da gestão, mas, sobretudo, para assegurar atendimento digno, eficiente e respeitoso à população.
Cadê?
Na política estadual, chama atenção o novo silêncio do pré-candidato ao governo pelo PSD, João Rodrigues. O entusiasmo demonstrado no início de 2025 perdeu fôlego a ponto de o ex-prefeito parecer ter assumido a posição de espectador do projeto liderado por Jorginho Mello (PL), que segue ganhando musculatura política.
“Tomou Doril” Desapareceu do noticiário o nome de Carlos Bolsonaro (PL), que deixou a Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro, transferiu o domicílio eleitoral para Santa Catarina e acenou com a intenção de disputar uma vaga no Senado. Se parte do eleitorado bolsonarista endossa a ideia, por outro lado, a forma como a pré-candidatura vem sendo conduzida gera resistências e pode, na prática, comprometer o projeto.





