Estudo aponta que mais de 40% do lixo que vai para o aterro sanitário é reciclável
Estudo divulgado pela Prefeitura, após levantamento feito pelo Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto de São Bento do Sul (Samae), revela que mais de 40% do lixo produzido no município que é depositado no aterro sanitário, é composto por materiais recicláveis. A análise faz parte de um levantamento realizado neste ano, por meio do método quantitativo chamado gravimetria.
O método utilizado identifica e quantifica os tipos de resíduos presentes no lixo urbano. Os materiais coletados são separados por categorias — como orgânicos, plásticos, papel, vidro e metal — e posteriormente pesados, permitindo traçar um panorama detalhado da composição do lixo gerado na cidade.
De acordo com os dados, 35% dos resíduos são matéria orgânica; 29,8% plásticos; 14% papel e papelão; 9,7% resíduos têxteis; 5% vidro; 2,7% metais; e 3% outros materiais. O levantamento aponta que, apesar da fração orgânica ser predominante, há um grande potencial de ampliação da reciclagem e da compostagem no município.
O estudo reforça, que o principal desafio está na forma como o lixo é descartado nas residências. Mesmo com a coleta seletiva disponível, muitos materiais recicláveis ainda são encaminhados de maneira incorreta, no lixo convencional, o que reduz a vida útil do aterro e aumenta os custos para o município.

A orientação é que a população faça a separação adequada dos resíduos — orgânicos e recicláveis —, evite misturar materiais e respeite os dias da coleta seletiva. A adoção da compostagem doméstica também é incentivada como alternativa para reduzir o volume de lixo orgânico. Para o aterro sanitário, devem ir apenas os rejeitos, ou seja, materiais que não podem ser reciclados ou reutilizados como por exemplo, fraldas e lixo de banheiro, entre outros.
Informações: Ascom/PMSBS
Foto: Divulgação





