Campanha 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher tem apoio do TJSC

 Campanha 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher tem apoio do TJSC

Estadual – O Poder Judiciário de Santa Catarina (PJSC) participa da campanha 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que começou no último dia 20 e segue até o dia 10 de dezembro. Nesse período, o Judiciário catarinense também promove a campanha Justiça pela Paz em Casa. As duas ações têm como objetivo promover atividades relacionadas ao enfrentamento da violência de gênero. Nesta quarta-feira (23) ficou denominado o “Dia de Mobilização pelo Fim da Violência contra as Mulheres”.

Para promover as campanhas, a Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Cevid) e o Núcleo de Inteligência e Segurança (NIS) promoveram, na última segunda-feira (21), duas rodas de conversa do programa “Indira: pelas mulheres do PJSC”. Os eventos foram realizados no Fórum Central da comarca da Capital, em dois períodos distintos a fim de possibilitar a participação de maior número de servidoras. Nas duas oportunidades, elas tiraram dúvidas e relataram experiências.

Durante as rodas de conversa, os integrantes do programa Indira apresentaram os objetivos, os eixos de atuação, a equipe de trabalho e a estrutura de segurança institucional oferecida pelo PJSC. A iniciativa trabalha no acolhimento, atendimento e encaminhamento das magistradas, servidoras e colaboradoras do PJSC em relação às situações de violência doméstica e familiar, além de abordar as ações preventivas por meio de campanhas institucionais. Conheça mais sobre o programa Indira.

Roda de conversa do programa “Indira: pelas mulheres do PJSC”

A campanha 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher foi inspirada na ação mundial denominada 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a mulher, que começou em 1991, intitulada “as mariposas”, em homenagem às irmãs Pátria, Minerva e Maria Teresa, assassinadas, em 1960, na República Dominicana. Submetidas às mais diversas situações de violência e tortura, dentre elas, o estupro, as irmãs foram silenciadas pelo regime ditatorial de Rafael Trujillo, no dia 25 de novembro de 1960.

Informações: TJSC

Imagens: Divulgação/CNJ-TJSC

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O Jornaleiro

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