POLÍTICA: Clima quente…Magno…Tomazini…prisões
Temperatura
É de se esperar, analisando pelos acontecimentos das últimas Sessões, que as pautas nas Câmaras da região terão embates mais acalorados de agora em diante. Tanto em São Bento do Sul quanto em Campo Alegre os vereadores estão deixando mais claros seus posicionamentos. Parece que vai seguir no estilo “toma lá da cá”.
Segunda à noite
Os dois municípios registraram Sessão Ordinária nos parlamentos, e as discussões, em alguns casos, foram mais acaloradas. Em Campo Alegre os vereadores voltaram a criticar a falta de professores em sala de aula. Ernani dos Santos (PSD) disse que o caso de falta de profissionais em sala não é só em Campo Alegre, mas que a situação poderia ser amenizada se houvesse um planejamento mais pontual antes do retorno das aulas.
Várias críticas
Em São Bento do Sul alguns vereadores abordaram assuntos e teceram críticas ao governo. Houve discussões mais acaloradas onde também ficou nítida, a existência de uma defesa consistente da base governista. Especialmente Darlan Guliani (Cidadania), Terezinha Dybas (PSDB), e Carla Hofmann (PSD) fizeram o papel de esclarecer algumas dúvidas relacionadas a obras e ações do governo municipal. Mas “as brigas” devem continuar.
Importante
É essencial aos vereadores o cuidado em não perder o foco do trabalho legislativo, que é fiscalizar. Existe uma linha tênue entre a atuação com ações fiscalizatórias e ações políticas. Quando misturadas acabam em prejuízo individual e, em alguns casos, coletivo.
Escorregada
Equipe do Executivo de campo Alegre encaminhou projeto para regulamentar os feriados na cidade, incluindo a data do município, 18 de março. Porém, o vereador João Nilson Venera (PP), após verificar os históricos de leis da cidade, encontrou a Lei 302, de 29 de maio de 1971 que estabelece a regulamentação dos feriados na cidade. O líder de governo na Câmara, vereador Vilmar Grosskopf (MDB), por reivindicação de João Nilson, solicitou a retirada da matéria da pauta.
Será?
Comentários pelos corredores políticos são de que não deve demorar para a Justiça anunciar prisão de mais prefeitos ligados à “Operação Mensageiro”. Os casos e investigações seguem em segredo de justiça, mas alguns apontamentos levam políticos da região a acreditar que ainda haverá desfecho negativo.
Ordens de Serviço
Na manhã de quarta-feira (15) o prefeito Antônio Tomazini (PSDB) assina mais algumas ordens de serviço em seu gabinete. A imprensa local foi convidada para acompanhar e dar difusão das obras que terão autorização para iniciar nos próximos dias. O encontro será às 9h30 e estarão com o prefeito alguns secretários e assessores que atuam diretamente nos projetos visando aceleração dos trabalhos.
“O César não vai”
Comentário de um político experiente, ligado ao grande Partido Progressista acerca de sua opinião sobre possível candidatura do empresário Mário César Pacheco para o cargo de prefeito. Em seu entendimento o Progressistas está fazendo o que sempre fez, deixar um nome correndo para “testar a febre” e nos bastidores preparando outro nome para impactar forte no momento decisivo. Será?
Polarização?
Pelo silêncio de partidos como MDB, UB e outros menores que já tiveram candidaturas ao Executivo, a possibilidade de mais uma campanha polarizada em São Bento do Sul é grande. Além de Tomazini (PSDB), que está se preparando para campanha rumo à reeleição, e o Progressistas, que tem se manifestado sobre ter candidatura na majoritária, não há outros com nomes “na praça” para a disputa.
Muita água ainda
Como se diz na política, até chegar o momento de definir candidaturas, “muita água ainda deve passar embaixo da ponte” até que as possíveis candidaturas sejam homologadas. Mas os trabalhos precisam começar cedo para aqueles que pretendem se colocar à disposição do eleitor. Não se aceita mais o projeto “em cima da hora”.
Magno atento
Embora no “Boi Ralado dos Amigos” (FOTO) tenha circulado informação que Magno Bollmann (PP) manifestou apoio à possível candidatura de Mário César Pacheco, é sabido que o ex-prefeito está em constante campanha eleitoral. Tem conversado com lideranças em todos os cantos da cidade. Como a chance de ocupar um cargo no governo do estado parece cada vez mais distante, Magno pode novamente criar uma situação interna no partido e lutar pela vaga de candidato a prefeito. Sendo assim, só no voto para decidir quem vai.





