POLÍTICA: Recursos…Sindicato…Josias…Tomazini

 POLÍTICA: Recursos…Sindicato…Josias…Tomazini

FPM a caminho

O governo federal deposita nesta quinta-feira (10) mais de R$ 5,6 bilhões nas contas das prefeituras do Brasil. Os recursos são do FPM (Fundo de Participação dos Municípios), um dinheiro distribuído de dez em dez dias, para que os gestores municipais possam pagar despesas como folha de pagamento, gastos com Previdência e melhorias em geral para a população.

Mais uma queda

Neste primeiro decêndio de agosto os repasses do FPM representam uma queda de cerca de 20%, em comparação com os valores repassados no mesmo período do ano passado. Apesar da queda em relação a 2022, especialistaa ressaltam que o resultado deve ser comemorado pelos gestores municipais, porque R$ 5,6 bilhões representam um viés positivo, se comparados com a totalidade do Fundo que foi paga no primeiro decêndio de julho deste ano, quando as prefeituras receberam 30% a menos.

Sindicato X Educação

O assunto “Piso do magistério” tem se transformado em uma batalha a parte entre o Sindicato dos Servidores Públicos e a Secretaria de Educação de São Bento do Sul. Nesta terça-feira o assessor jurídico do Sindicato, advogado Fernando Mallon, participou de entrevista de rádio onde acusou o secretário Josias Terres (PSDB), de estar repassando informações distorcidas para a classe. “Ele perdeu o prumo”, disse Mallon.

Vai longe

O enfrentamento que, no momento, acontece nos bastidores, deve se intensificar, tendo em vista que o Sindicato deixou claro que vai continuar a batalha pelos direitos dos professores e que vai se dirigir diretamente ao prefeito Tomazini (PL), com quem, segundo o assessor, o diálogo sempre foi positivo.

Pontuando

Mallon chegou a dizer na entrevista para a Rádio Liberdade que o secretário tem feito circular um áudio para os servidores da educação com informações que não são verdadeiras e que estão prejudicando o relacionamento com a classe e com a entidade sindical.

Em Campo Alegre

Cerca de 30 professores acompanharam a Sessão Ordinária da Câmara Municipal realizada na noite de segunda-feira (8) em Campo Alegre. O assunto principal foi o piso do magistério, que agora conta com um projeto da prefeitura concedendo 2% de aumento. Alguns professores entendem que os vereadores devam votar contra o aumento de 2% sem uma certeza de que a prefeitura vai conceder o restante ainda em 2023.

Ponderação

O presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de São Bento do Sul e Campo Alegre, Edmilson Benedito de Assis, o Mafra (FOTO), conversou com os professores no fim da reunião e ponderou dizendo ser um risco desnecessário não aprovar esse aumento. “Podemos perder esses 2% e não recebermos mais nada. Melhor uma andorinha nas mãos que duas voando”, disse.

Transporte Coletivo

A rejeição do projeto que previa repasse na ordem de R$ 100 mil por mês da prefeitura para a empresa do Transporte Coletivo da cidade, ao contrário do que alguns pensam, não deve impactar em mais do que já aconteceu para o contribuinte. O valor do Vale Transporte foi fixado neste ano em R$ 6,50. Se fosse aprovada a matéria, teria uma redução para R$ 6, mas como não houve aprovação, vai continuar a R$ 6,50.

Relatório Poderia ser informação sigilosa, mas se chegou a uma pessoa, deve ter chegado em mais. Dizem que o prefeito Tomazini solicitou um relatório detalhado dos acontecimentos que estão “embaçando” a administração pública. O Alcaide vai ter uma série de situação urgentes a serem tratadas já em sua volta das férias na próxima semana. Mas, dizem sobre as medidas, tem gente que pode ter que parar na fila dos desempregados, pela demonstração de inoperância e até conduta inadequada dentro do quadro de servidores de confiança.

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O Jornaleiro

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