POLÍTICA SC: Carol…PP…expulsão…PSD…MDB

 POLÍTICA SC: Carol…PP…expulsão…PSD…MDB

Topázio Neto (PSD) mantém apoio ao governador.

Fratura e mordida

O sábado (14) não foi nada amigável para a deputada federal Caroline de Toni (PL-SC). Em passagem pelo Oeste catarinense, a parlamentar sofreu um acidente doméstico e, como se não bastasse, acabou atacada por um cachorro. Resultado: fratura na patela do joelho e mordida canina, um roteiro que ninguém planeja, muito menos em ano pré-eleitoral.

No estaleiro

Caroline foi submetida a cirurgia ainda na noite de sábado. O procedimento foi considerado bem-sucedido e, no domingo (15), iniciou a recuperação. A agenda, claro, entrou em “stand by”. Mas aliados garantem: politicamente, ela segue em campo e mantém o projeto de pré-candidatura ao Senado Federal.

De novo ela…a cannabis!

Enquanto isso, o tema da cannabis medicinal voltou à pauta política no Sul do estado. Durante o fim de semana, especialistas, gestores e pacientes se reuniram em Criciúma para debater regulação, acesso terapêutico e experiências clínicas. A ciência avança, e a política, pressionada, tenta não ficar muito para trás.

Cartão vermelho!

O clima esquentou no PSD catarinense. O partido decidiu abrir processo de expulsão do prefeito de Florianópolis, Topázio Neto, após ele declarar apoio explícito à reeleição do governador Jorginho Mello (PL). Uma reunião ocorre nesta segunda-feira (16) para decidir pelo imediato afastamento do prefeito da sigla. A faísca virou incêndio depois das críticas públicas do prefeito de Chapecó, João Rodrigues, que classificou o gesto como “traição” à legenda.

Ainda na disputa

E Rodrigues não arredou o pé. No fim de semana, voltou a reafirmar que segue firme como pré-candidato ao Governo do Estado. O recado ao comando partidário foi direto: havia um prazo, até terça-feira (17), para definir o rumo da sigla. O relógio corre, mas a ação de expulsar Topázio, já amenizou os ânimos.

Neutralidade

No MDB, o discurso é de distanciamento. A executiva catarinense, alinhada a dirigentes de outros 15 estados, oficializou oposição à articulação com o PT e defende neutralidade nas alianças nacionais e estaduais. O fim de semana foi de reuniões internas para “martelar” a decisão nas bases.

É nóis!

No Sul do estado, lideranças do MDB já falam mais alto: defendem candidatura própria ao governo em 2026. Um recado claro de independência. Mas, como sempre, os bastidores contam outra história, há conversas em curso com PSD, União Brasil e PP. Política raramente fecha portas de verdade.

Independência

Com menos de sete meses até as eleições, o caldeirão ferve. Jorginho Mello, depois de aplicar uma sonora “bicuda” em antigos aliados, agora trabalha para reorganizar o PL e não perder musculatura eleitoral. O isolamento cobra preço.

Candidaturas independentes

O cenário de candidaturas avulsas, com nomes de peso, começa a ganhar corpo, dependendo de como as alianças se acomodarem. Os alinhamentos regionais avançam, enquanto a tensão entre direita e oposição aumenta. Nos bastidores, um consenso: a relação entre PL, PSD e MDB será decisiva.

Gastos

Outro tema que corre solto nos bastidores: cerca de R$ 20 milhões em comunicação digital previstos para o ano eleitoral. Quem vai abocanhar esse bolo? A pergunta ecoa entre partidos, colunistas e pré-candidatos, atentos ao impacto dessas verbas na competitividade das campanhas.

Carlowsky

A insistência na candidatura do deputado Carlos Bolsonaro (PL-RJ) ao Senado por Santa Catarina azedou o humor de prefeitos e lideranças locais. Muitos já tinham acordos costurados com Jorginho Mello e Esperidião Amin (PP). Representatividade local? Foi para o ralo.

Porém…

…nos bastidores, a versão é outra, e bem mais indigesta. A imposição de Carlos Bolsonaro seria o “pagamento” de uma dívida política com Jair Bolsonaro. “Jorginho só se elegeu pela força do Bolsonaro. Devia a alma. Teve que pagar”, disparou uma liderança próxima ao núcleo duro do PL catarinense.

Agitação

O fim da semana fechou com relatos de conflitos internos tanto no PSD quanto no MDB e até no PP, motivados por apoios cruzados ao governador e pela disputa por protagonismo em 2026. Se ninguém puxar o freio, a tendência é clara: rachaduras internas que podem custar caro nas urnas.

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O Jornaleiro

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