Candidato à presidência do Equador foi assassinado na noite de quarta-feira

 Candidato à presidência do Equador foi assassinado na noite de quarta-feira

Internacional – O candidato à presidência do Equador Fernando Villavicencio, que morreu atingido por três tiros na quarta-feira (9).

O presidenciável estava acompanhado de ao menos três seguranças enquanto era aclamado por apoiadores ao deixar um encontro político na cidade de Quito, segundo informações da mídia local.

Pessoas desesperadas tentando se proteger – Foto: Reprodução/uol

Registros em vídeos mostram que Villavicencio entrava em um carro quando ocorreu o ataque. Outros registros divulgados nas redes sociais mostram apoiadores do político desesperados e se jogando no chão após os disparos.

Até a noite de ontem a informação era de que ao menos 9 pessoas ficaram feridas no ataque, incluindo uma candidata à deputada e dois policiais, segundo o Ministério Público, que acompanha as investigações do caso. Sete feridos estão internados na mesma clínica para onde o presidenciável foi levado ao ser socorrido.

Quem era Villavicencio:

Villavicencio, 59 anos, estava em segundo lugar nas pesquisas mais recentes da eleição presidencial do Equador, segundo o jornal local El Universo. Dos oito candidatos presidenciais, quem lidera é a advogada Luisa González (26,6%), a única mulher na lista. Villavicencio estava com 13,2% das intenções de votos.

Ele era jornalista e afiliado ao partido Movimento Construye. Ele nasceu na cidade de Alausí, que fica na província de Chimborazo e se declarava defensor das causas sociais indígenas e dos trabalhadores.

O político era o mais velho de seis irmãos. Na adolescência, chegou a trabalhar como garçom.

Villavicencio também era apaixonado por literatura e poesia, chegando a ler 17 livros sobre a história de Simón Bolívar para participar de um concurso de oratório interescolar.

Fernando foi casado com Verónica Sarauz, com quem teve cinco filhos.

Vida política

Deputado na Assembleia Nacional, presidiu a Comissão de Supervisão da Assembleia entre 2021 e 2023.

Fonte: Uol

Imagem: REUTERS/Karen Toro

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O Jornaleiro

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