Enfrentando resistências

Enfrentando resistências

Florinda Rosá Rohrbacher, servidora de carreira na prefeitura de São Bento do Sul há quase 30 anos. Conhecida no setor público por sua postura taxativa no que diz respeito a fazer a coisa conforme as leis, ela foi escolhida pelo prefeito de São Bento do Sul para assumir como secretária interina na pasta de Assistência Social. Não precisou um mês de trabalho para comprovar a seriedade e compromisso da servidora a frente da pasta. Foi imediatamente efetivada.

Porém, desde que apontada como nome ideal para o cargo, começaram nos corredores políticos ações hipócritas de gente que tem como compromisso apenas a desagregação. Pessoas contratadas e cargos políticos, aliados a outros “profissionais” que estão efetivados no setor público, começaram a “guerra de nervos” atacando a nova secretária por meio de fofoquinhas e incentivo aos conflitos nos bastidores. Um fato não apenas lamentável, mas vergonhoso.

Algumas pessoas, que se sentem imunes a tudo e a todos, trataram de sair espalhando a discórdia por meio de uma prática antiga, que é jogar um servidor contra o outro, nesse caso contra a nova secretária e contra as pessoas que a apoiam. Em algumas situações, os desagregadores tentam inclusive plantar notas, informações equivocadas na mídia local. Sem sucesso.

Cabe à equipe de governo, àqueles que estão mais próximos do prefeito Magno Bollmann, no Gabinete, identificar essas pessoas e dar um basta. Em conversa com o próprio prefeito, O Jornaleiro concluiu que alguns nomes já foram identificados. Mas são necessárias providências, afinal, estamos tratando de uma situação que envolve uma das pastas mais importantes da administração no atendimento às demandas de famílias menos abastadas. Quem se acha no direito de assumir o cargo tem que refletir um pouco mais sobre seu papel no serviço público e fazer por merecer. Está certo o prefeito, nesta indicação assim como na saúde. É preciso nomear pessoas com conhecimento técnico e responsabilidade e competência  comprovada.

Por enquanto, enquanto os cães ladram, a caravana passa. O comentário aqui exposto está fundamentado nas situações de necessidade de participação efetiva e responsável da assistência social. Afinal, muitos casos acabam sendo relegados aos apelos dos veículos de comunicação para serem resolvidos.

O Jornaleiro