Testemunhas reconhecem saco plástico e PM chega a suspeito de feminicídio

 Testemunhas reconhecem saco plástico e PM chega a suspeito de feminicídio

Papanduva – Um saco plástico usado para cobrir o corpo da vítima permitiu à Polícia Civil chegar ao suspeito de ter matado Alessandra Urbainski, de 37 anos. O corpo de Alessandra foi encontrado em um córrego em Papanduva, no Norte catarinense, na quarta-feira (12). A embalagem já havia sido vista na casa do suspeito, que é o companheiro de Alessandra.

O homem foi preso na noite de quinta-feira (13), informou o delegado responsável pelo caso, Cassiano Tiburski. A vítima morreu após sofrer um golpe de faca no tórax. O crime é investigado como feminicídio. Em depoimento à polícia, o suspeito negou o crime.

O delegado explicou como a polícia chegou ao homem. “É um conjunto de indícios, principalmente prova testemunhal”, resumiu. O córrego no qual a vítima foi encontrada passa nos fundos da casa dela e do suspeito.

“O corpo já estava mais adiante desse córrego. Havia um plástico, que seria uma embalagem de colchão novo. Essa embalagem foi vista na casa do suspeito e a vítima estava próxima dessa embalagem, com sinais de que a vítima, antes de a chuva aumentar, de ser arrastada pela água, que a vítima estava embrulhada nesse plástico”, afirmou o delegado.

Depoimento do suspeito

Após a prisão do suspeito, ele prestou depoimento ao inquérito, ajudado por um advogado. “Em suma, ele negou os fatos”, afirmou o delegado. Segundo Tiburski, o homem afirmou que só soube da morte da companheira pela polícia.

Vítima e suspeito viviam em uma união estável há seis anos. Após ser preso, o homem foi encaminhado ao Presídio de Mafra, também Norte catarinense.

A investigação é feita pela Divisão de Investigação Criminal de Mafra, com apoio da delegacia de Papanduva.

Fonte: G1

Foto: Redes sociais/ Reprodução

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O Jornaleiro

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